Ferrari em Crise? Horner na Mira e os Chefes da Scuderia
Enquanto a Fórmula 1 se prepara para o GP da Malásia (sim, na Malásia!), o futuro de Frédéric Vasseur na Ferrari é questionado após um histórico de trocas no comando da equipe italiana.
GP da Malásia: Um Barém Fora de Rota e Horários Malucos
A Fórmula 1 está em contagem regressiva para mais uma rodada tripla, e a próxima parada é o Grande Prêmio da Malásia, que curiosamente leva o nome do GP do Barém. A mudança de local, explicada pela instabilidade no Oriente Médio, transformou o circuito de Sepang em palco para uma corrida que promete confundir os estatísticos, mas que, segundo o apresentador Flavio Gomes, é melhor do que não ter corrida alguma. Os horários para o público brasileiro são um desafio à parte: treinos livres e classificação na madrugada de quinta para sexta e sexta para sábado, com a corrida de domingo começando às 4 da manhã. “Se você for dormir, cuidado para não perder o horário da eleição”, alerta Flavio Gomes, em uma das muitas tiradas bem-humoradas do programa.
GP do Barém na Malásia?
Devido a conflitos geopolíticos, o GP do Barém foi transferido para o circuito de Sepang, na Malásia, gerando confusão nas estatísticas históricas da Fórmula 1.
Christian Horner e o ‘Sonho’ Vermelho: Um Aceno para a Ferrari?
O cenário da Fórmula 1 foi agitado pela aparição de Christian Horner, ex-chefe da Red Bull, que, após um período longe dos holofotes, declarou que, se voltasse a trabalhar como funcionário, seria apenas para a Ferrari. Essa declaração ecoou forte em Maranello, especialmente para o atual chefe da equipe, Frédéric Vasseur. Horner, que passou 21 anos na Red Bull, parece buscar um novo desafio empreendedor, mas o aceno para a Scuderia não passou despercebido. “Mr. Horner está procurando emprego”, comentou Flavio Gomes, com um toque de ironia, ao analisar a situação.
A única equipe para a qual ele trabalharia como funcionário ali batendo ponto seria a Ferrari. Porque a Ferrari é a Ferrari. A Ferrari é mítica. A Ferrari é espetacular. A Ferrari tem história.— Christian Horner (via Flavio Gomes)
A Saga dos Chefes da Ferrari: Um Histórico de Trocas e Expectativas Altas
A declaração de Horner joga luz sobre a instabilidade no comando da Ferrari. Flavio Gomes apresentou um levantamento detalhado dos chefes de equipe desde 2008, período que se segue ao último título de pilotos da escuderia italiana em 2007. Stefano Domenicali, o líder mais longevo (2008-2013), conquistou um título de construtores e 20 vitórias. Marco Mattiacci teve uma passagem efêmera em 2014, sem vitórias. Maurizio Arrivabene (2015-2018) somou 14 vitórias, mas enfrentou a era de domínio da Mercedes. Mattia Binotto (2019-2022) obteve 7 vitórias, com destaque para o vice-campeonato em 2019 e 2022. Agora, Frédéric Vasseur, em sua quarta temporada, acumula 8 vitórias e lidera uma equipe que, embora em segundo lugar no campeonato de construtores em 2024, está distante da Red Bull na disputa pelo título. “A Ferrari passa por esses períodos de estiagem com bastante frequência”, analisa Flavio Gomes. A pressão por resultados é imensa, e a cada ciclo de desempenho ‘errático’, como descrito por ele, o nome de um novo ‘salvador’ surge, com Christian Horner sendo o mais recente especulado para assumir o posto de ‘técnico’ da Scuderia.
Chefes da Ferrari Pós-2007 e Seus Saldo
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