Russell Vence em Baku; Ferrari e Horner em Pauta no FQDTV
Comentaristas debatem o triunfo do britânico, as polêmicas com Lando Norris e Pietro Fittipaldi, e o futuro da Scuderia
Baku: A Corrida que Ninguém Esperava (Ou Quase!)
George Russell surpreendeu a todos ao vencer o Grande Prêmio de Baku, em uma corrida que, para alguns, deixou a desejar em emoção. A prova, realizada no sábado, contou com momentos de caos, incluindo toques entre companheiros de equipe e safety cars, que acabaram por definir o pódio. A vitória do britânico, no entanto, gerou reações diversas entre os comentaristas do FQDTV Esporte. Erick Melo, por exemplo, confessou não ser fã do piloto, chegando a brincar que “toda vez que o Russell ganhar, acho que eu não venho mais no programa”. A corrida de recuperação de Antonelli, que largou em 16º e terminou em quinto, também foi destacada como um feito de “sorte de campeão”, minimizando o prejuízo na disputa pelo campeonato.
GP de Baku – Destaques
Fogo Amigo e Apostas Que Dão Errado
A rivalidade dentro das equipes e as consequências de erros foram temas quentes. O incidente envolvendo Lando Norris e Pietro Fittipaldi, onde o brasileiro foi tocado pelo companheiro de equipe, gerou um debate sobre “fogo amigo”. “Quem nunca fez uma cagada?”, questionou Vinícius Christe, relativizando o erro de Norris. No entanto, a reação de Fittipaldi no rádio, com um sarcasmo ácido, foi lembrada: “Eu amo quando meu próprio companheiro de equipe me tira da corrida”. A situação ainda rendeu comentários sobre a pressão que Fittipaldi teria enfrentado de Flavio Briatore. As apostas também não saíram ilesas, com Caio Camarini cobrando uma dívida de “vovô” por uma aposta perdida sobre o São Paulo na Sul-Americana. “Ele falou que ia ganhar do Boca”, relembrou Camarini, em meio a risadas.
Eu amo quando meu próprio companheiro de equipe me tira da corrida. Obrigado.— Pietro Fittipaldi (no rádio)
Ferrari em Busca de um “Choque de Realidade”?
A possibilidade de Christian Horner assumir um cargo na Ferrari agitou os bastidores. A equipe italiana, historicamente criticada por falhas estratégicas, poderia se beneficiar da experiência do chefe da Red Bull. “Eu gosto do Horner, gosto do estilão dele”, afirmou Rodrigo Pizii, defendendo que o dirigente “traz um ambiente para a Fórmula 1 que está faltando”. A opinião geral foi de que a Ferrari precisa de um “choque de realidade” para sair da “patinação” e voltar a brigar consistentemente pelas primeiras posições. A decepção com o desempenho de Lewis Hamilton na Ferrari também foi palpável. “Para mim, tá sem sal de novo”, lamentou um dos comentaristas, atribuindo parte da frustração à própria equipe. A falta de clareza da Ferrari em definir um piloto número 1 e as estratégias questionáveis foram apontadas como fatores que “sacanaearam” o heptacampeão mundial. A conversa ainda passeou por curiosidades sobre Goodwood, a cultura de Baku e até mesmo os dilemas de acordar cedo para assistir a corridas na Ásia, com a próxima etapa sendo o GP do Bahrein, realizado na Malásia às 4h da manhã.
GP do Bahrein na Malásia?
Uma das corridas mais inusitadas do calendário: o Grande Prêmio do Bahrein, substituindo o Qatar, será realizado no circuito da Malásia. A prova está marcada para as 4h da manhã, horário de Brasília.
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